O aprendizado híbrido abre espaço para o entrosamento, o aprendizado coletivo, a liderança ágil e a troca de experiências

A gente te contou o que é a educação disruptiva e como começar a preparar o terreno para que as mudanças se instalem , agora vamos dar o próximo passo juntos para ver que o novo processo de aprendizado, que rompe com os paradigmas tradicionais para levar os indivíduos rumo ao futuro, vai também ser o guia para ter colaboradores cada vez mais engajados e abertos a aprender com os outros ao redor. Aqui na SPUTNiK, acreditamos que o ensino híbrido é o que vai nos levar além, por isso gostamos de dizer que somos curadores de experiências. E isso tem tudo a ver com o aprendizado que tira as pessoas da zona de conforto para que elas vejam que o mundo lá fora é muito mais amplo e incrível. As lições que tivemos na sala de aula, algumas muitas vezes, não conseguimos aplicar no mundo real, mas a partir do momento em que damos um passo para o lado rompendo com o que era regra e padrão, o nosso mundo muda de lugar.

E a sua empresa, está levando os profissionais junto nessa jornada rumo à educação do futuro?

A transformação é colaborativa 

Falamos em sala de aula, e num mundo de transformação digital, a expressão até soa antiquada. E é! Mas não nos entenda mal: não estamos dizendo que não existe mais aprender dentro da lógica professor-aluno, mas sim que podemos evoluir muito esse processo. Na verdade, podemos inverter as lógicas que conhecemos para fugirmos de tudo que é óbvio. Assim, vamos aprendendo, experimentando, nos tornando criativos – no âmbito pessoal – para poder levar, aos nossos grupos, o repertório que nos trouxe até aqui.

O ambiente coletivo que conhecíamos como sala de aula foi ampliado, e o céu é o limite para todas as formas e lugares e possibilidades e pessoas com as quais você pode aprender mais. Quem reconhece que o Lifelong Learning é empoderador, desconhece fronteiras para alimentar esse maravilhoso HD que é o nosso cérebro. Não só os Millennials , que são dotados daquela faísca de um desejo constante de aprender para além das cadeiras do aprendizado formal, mas a maioria dos profissionais está em busca, hoje, de empresas que estejam olhando para o amanhã de forma consistente, e isso significa acompanhar a evolução dos indivíduos e oferecendo espaços para que eles possam continuar crescendo pessoal e profissionalmente dentro do ambiente de trabalho.

Se engana quem pensa que ir à faculdade, por exemplo, continua ser uma grande prioridade, se jogar de cabeça em novas maneiras de aprender tomou o lugar da lógica tradicional colégio-faculdade-mercado de trabalho. Os jovens (e os nem tão jovens assim) querem saber, quando vão procurar emprego, se a empresa está interessada não no aprendizado de mão única, mas na descoberta, juntos, de novas habilidades capazes de conduzir todo mundo a um lugar melhor.

Ter mais pessoas participando dos processos e estratégias é uma tendência da educação corporativa que veio para ficar. A verticalidade passou a ser requisito dos profissionais para quererem fazer parte de uma equipe, na qual todos têm voz ativa na gestão, resolução de problemas e criação de oportunidades. Isso é educação disruptiva: uns colaborando com os outros, se ajudando a resolver desafios reais. A curiosidade, que antes estava restrita à sala de aula, está agora em todo lugar, e se mais de uma pessoa ocupa esses lugares, é exatamente aí que a criatividade vai de encontro ao que cada um traz em sua bagagem para compartilhar.

A chave para a disrupção

A empresa decidir mudar é um grande passo, mas para levar os colaboradores com ela é preciso planejamento e dedicação. Se dedicar envolve identificar fatores que vão propiciar que a ruptura com o tradicional aconteça, deixando para trás o que não faz mais sentido. Alguns fatores merecem atenção:

    • Aprendizagem personalizada: saber o que cada um quer aprender vai extrair o máximo potencial dos profissionais.
    • Transformação digital: o universo online vai ser integrado ao presencial, e nessa combinação vale tudo para quebrar as barreiras da sala de aula convencional.
    • Pensamento crítico: mais do que consumir a informação, os colaboradores vão compartilhar seus pontos de vista e opiniões para criar estratégias eficazes.
    • Multidisciplinar: integrar todas as áreas da empresa só vai enriquecer todo o processo e trazer uma ótica ampliada.

Métodos ágeis, aprendizado contínuo

Disrupção tem tudo a ver com agilidade, e a metodologia ágil é uma importante ferramenta para a empresa trazer os colaboradores ainda mais para perto. A base é ter a equipe tão sincronizada que vai parecer uma orquestra, cada um com suas habilidades específicas, autonomia para tomar decisões e, claro, a confiança de ser realmente parte de algo transformador. Foco vai ser palavra de ordem, e mesmo com prazos e metas muito bem definidos, os colaboradores vão ver a possibilidade de criarem equipes mais comprometidas. O resultado disso? Produtividade sem limites!

Além dos deadlines, a flexibilidade é também ponto de atenção porque, enquanto a equipe segue unida em encontrar caminhos mais curtos para chegar ao sucesso, isso favorece a criação de soluções inovadoras e diferenciadas, o que beneficia os indivíduos e a organização. A SPUTNiK criou o Agile para ajudar empresas e colaboradores a descobrirem a assertividade em pensar e agir com presteza porque esse é um bom approach para ser parte do novo mundo: altamente volátil, incerto, complexo e ambíguo.

Abra os olhos para o intraempreendedorismo

Sabe quando a gente faz algo diferente e fica esperando pelas consequências? Com a educação disruptiva não é diferente, porém o que vem como outcome é tão enriquecedor que sua empresa nunca mais vai ser a mesma (e nem seus colaboradores!). Engajamento e confiança são, hoje, fatores-chave para uma empresa reter talentos, só que o requisito aqui é da própria empresa conseguir construir o ambiente propício ao aprendizado que vai conquistar os profissionais. E são os colaboradores engajados, inquietos em busca da inovação e competitivos que são chamados de intraempreendedores

Ser proativo, autônomo, sem medo de problemas nem muito menos de desafios. Esse novo profissional pode estar aí dentro da sua equipe, você só precisa ter a sensibilidade de reconhecê-lo para deixar que ele traga o impacto que faltava: desapego ao que é tradicional para encarar de frente novos riscos. Quem disse que ousadia nunca é demais está mais do que certo! O intraempreendedorismo é, literalmente, o olhar para as pessoas que estão dentro, abrindo caminhos para que elas sejam inovadoras e criativas, esqueça de vez as estruturas engessadas ou hierarquia horizontal. A educação disruptiva, aqui, vai ser apenas o convite para que esses profissionais queiram se mostrar para fazer acontecer (e nesse caso, quebrar regras vai ser algo libertador!).

Quebrar muros para construir pontes

A educação disruptiva vai aproximar as pessoas que formam a sua empresa, e aqui na SPUTNiK chamamos de hackear o desenvolvimento dos colaboradores quando a empresa toma a decisão de conhecê-los melhor para entender seus propósitos e motivações. Se as lideranças estão alinhadas com suas equipes, não tem como seguir em direções contrárias, não é mesmo?!

A comunicação de mão dupla é fundamental para estabelecer esse vínculo com os indivíduos, ficando a par das expectativas e fortalecendo os laços que unem sua empresa a cada um deles. E investir na entrega de conhecimento é o que vai colocar vocês na mesma página, só que o enredo do autoconhecimento vai ser profundo e revelador, virando o desenvolvimento pessoal de cada colaborador do avesso.

Liderança do futuro

Quando a empresa tem a educação disruptiva como pilar, a liderança reflete também a revolução que chegou para ficar porque não existe mais o “chefe”, e sim o exemplo (sem aspas mesmo!). O novo líder é extremamente preparado para ser a inspiração de profissionais inovadores, ele tem um olhar sistêmico sobre a empresa como um todo. Mais do que isso, aprende com suas próprias experiências, e até inseguranças, para potencializar a troca coletiva diária.

O líder do futuro é protagonista na história da empresa sem deixar que ninguém seja coadjuvante: segue lado a lado na alegria e na tristeza, aproveita as descobertas com seu time e está pronto para gerir pessoas a partir do entendimento do outro. E é ele que vai funcionar como um hub para absorver tudo o que aprende com a equipe e transformar o conhecimento em mais conhecimento para todo mundo. O novo líder pode, para citar apenas uma função nesse novo ecossistema, sugerir novos cursos in company que respondam aos anseios dos colaboradores ou criar outros customizados especialmente para os objetivos que querem alcançar.

Estamos começando uma nova fase da nova economia, que pede empresas preparadas para romper com o passado para chegar ao futuro. E você, vem com a gente?