Descubra como as habilidades mais buscadas hoje em dia vão te conduzir para o lugar onde você quer chegar: o topo!

 

Não tem muito tempo desde que começamos a ouvir sobre soft skills, mas hoje elas são definitivamente o que vai convencer as empresas a fazerem de tudo para ter você como profissional. Isso é tipo um sonho se tornando real, não é mesmo?! As organizações que não querem ficar para trás quando o assunto é vencer a batalha com o futuro estão se preparando.

E você, vai ficar para trás?

Soft but strong: desenvolva habilidades socioemocionais

Vamos começar pelo começo só para dar um panorama geral do que são as soft skills. Estávamos acostumados, numa vaga de emprego por exemplo, a ver uma lista imensa de hard skills, que são as habilidades técnicas que você vai para a faculdade ou cursos para adquirir. Pode ser a sua graduação, programas de edição de imagem e de design, uma língua estrangeira, conhecimento na operação de determinados maquinários, mestrados e doutorados. São competências mais “mensuráveis” pode-se dizer, que por um longo período de tempo foram a principal forma de avaliar e contratar um profissional.

Você podia chegar, apresentar seu currículo, diploma, certificados e pronto, a empresa se convencia de que você era uma escolha certeira. Mas muita coisa mudou desde então.

Agora, não é que o currículo e tudo o que você aprendeu na teoria perdeu o valor, só que o que você traz como habilidades comportamentais, de relacionamento, suas aptidões e o seu jeito de lidar com diversas situações é o que mais chama atenção. As chamadas soft skills são fortes atributos que você põe na mesa para mostrar aos recrutadores que é a pessoa certa para a vaga. Mais do que isso, as empresas buscam profissionais que desenvolvem tais habilidades porque querem aprender com eles, tudo passa a ser uma troca coletiva de conhecimento, vivências e repertórios.

O profissional pode ter todas as formações que a vaga pede, mas e se não conseguir lidar com situações de pressão, não souber trabalhar em equipe ou se desesperar frente aos problemas? Aí fica complicado, concorda?!

“Me dá exemplos de soft skills, please?”

Que bom que você pediu! São muitos os exemplos, mas vamos te contar alguns tipo indispensáveis para os profissionais do futuro (que já começou!). Se joga:

  • Senso de liderança
  • Proatividade
  • Resolução de conflitos
  • Criatividade
  • Comunicação interpessoal
  • Dom de persuadir
  • Perfil de liderança

Precisamos falar das habilidades do agora

Você acha que acabaram os exemplos? Muito pelo contrário, a lista é imensa e, assim como cada profissional é diferente um do outro, cada um deles vai chegar com habilidades diferentes na bagagem. Eles nasceram dotados dessas soft skills? Talvez, mas a maioria de nós segue aprendendo a desenvolver várias delas durante o nosso já conhecido Lifelong Learning – outro tema em voga nas empresas nessa nova realidade que começamos a viver recentemente e que tem tudo a ver com a importância das soft skills.

Antigamente, a força de trabalho era educada para sair da sala de aula e trabalhar em uma fábrica, tudo num processo bem mecânico e repetitivo. Ainda bem que isso evoluiu e muito para o ponto em que estamos hoje. As tarefas deixam de ser executadas apenas a partir da teoria, e sim com a prática que o indivíduo traz, com o que aprendeu nas suas experiências e, principalmente, com o conhecimento que adquiriu com o outro: um colega de trabalho, um mentor, consultor, parceiro, não importa com quem. O que importa é o processo fluido e multidisciplinar a partir do qual a gente constrói o nosso aprendizado, deixando para trás os conceitos da sala de aula de 1800.

Na SPUTNiK, o aprendizado híbrido é o que tem mais valor, e é exatamente o nosso lema do “vai lá e faz” que a gente leva para a educação in company. Acreditamos que se o mundo muda a todo momento, a educação não pode ficar desnivelada. Dentro e fora das empresas, o profissional precisa estar exposto ao blended learning, esse ensino que mistura técnicas e ferramentas de aprendizagem que acompanham a evolução dos alunos. O propósito é, sempre, provocar mudanças no universo corporativo através da aprendizagem trazendo os temas do futuro para o presente. Afinal, é lá que a gente quer chegar!

A demanda por habilidades sociais e emocionais aumentará em todos os setores em 26%, como revelou uma pesquisa da McKinsey, e as soft skills já se transformaram em norteadores estratégicos das empresas porque proporcionam mais produtividade, engajamento e inovação, e muito menos turnover. Quem não acompanha essa mudança individual de comportamento e anseios, fica fadado ao fracasso. Assim, a tendência passa a ser a criação de experiências memoráveis como ferramenta para despertar a curiosidade, que saiu das 4 paredes da sala de aula para dominar o mundo profissional e pessoal.

Por falar em criatividade, essa é uma das mais valorizadas soft skills, e está bem enganado quem pensa que a gente tem que nascer criativo. Dá para aprender, aprimorar, começar do zero com a folha em branco: sempre se dá um jeitinho para desenvolver ainda mais o seu lado brilhante. Aliás, ser um bom contador de histórias é, de longe, uma das formas mais bacanas (e eficientes!) de mostrar como a sua criatividade pode se soltar para dominar o seu mundo, o do outro e o mercado consumidor. A gente falou sobre storytelling aqui, vale a pena dar uma olhadinha e descobrir novos caminhos para a sua narrativa.

O que as empresas ganham com as soft skills?

O mercado busca fazedores. Todo mundo quer se diferenciar através desse mindset de crescimento, mas as empresas precisam estar na mesma página para seguirem junto com esses profissionais que não têm medo de inovação. Quem fica dentro da zona de conforto, não cresce, e se as organizações ficarem paradas no tempo, como vão reter os talentos tão procurados?

Conexão é uma palavra que podemos usar para definir o que as organizações já perceberam que podem ganhar se investirem em soft skills. Conhecer os colaboradores, saber suas necessidades e insatisfações, e mais do que isso, abrir espaço não só para eles aprenderem no ambiente de trabalho, mas para terem voz ativa nas tomadas de decisões, é um retorno imensurável. As habilidades dos profissionais – soft e hard skills – são fatores que influenciam diretamente o ambiente organizacional, com impactos super positivos para todo mundo que habita aquele espaço.

A cultura organizacional, assim como o clima e tudo mais que envolve as condições de trabalho, vai encontrar benefícios nesse equilíbrio entre as habilidades socioemocionais e técnicas. O relacionamento entre os colaboradores melhora, a comunicação é aprimorada e todo o processo produtivo ganha junto. Isso sem falar em outros aspectos, como a gestão de projetos, que encontra em profissionais bem preparados a oportunidade de aperfeiçoar tanto o gerenciamento das equipes quanto a formação de novos líderes. Conflitos? Essa passa ser uma palavra fora do dicionário de organizações que colocam as habilidades como prioridade!

Oferecer o que você tem de melhor é sair à frente

Desenvolver soft skills, essas competências sociais, emocionais e mentais ligadas à personalidade de cada um, é um trabalho contínuo. Daniel Goleman, reconhecido por ter escrito o best-seller Inteligência Emocional (sua biblioteca não pode ficar sem!), é também um expert no assunto. Ele conta que resiliência, empatia, colaboração e comunicação são soft skills baseadas no conceito de inteligência criado por ele, e que é o que, hoje, separa os profissionais incríveis daqueles que são apenas acima da média.

Dá uma conferida se você é uma dessas pessoas incríveis que ele está falando sobre:

Eu sei colaborar

Trabalhar em equipe é uma das qualidades que você responde quando surge essa tão temida pergunta nas entrevistas de emprego. E se você está desenvolvendo soft skills, não tem nada mais a temer!

Eu sei me adaptar

Não importa se o ambiente é competitivo, se muitos problemas aparecem, se tem obstáculos demais: você está sempre pronto para transpor as barreiras para dar de cara com as melhores soluções.

Eu sei interagir

Uma pessoa emocionalmente inteligente geralmente terá interações suaves com colegas de trabalho, stakeholders e clientes de diferentes grupos ou culturas.

Eu sei raciocinar sob pressão

Se você mistura autoconsciência, foco e recuperação rápida do estresse, está preparado para o que der e vier no ambiente de trabalho.

Eu sei me comunicar e inspirar

Aqui a empatia cognitiva é a chave: o comunicador eficaz é um ótimo ouvinte e tem a capacidade de entender como a outra pessoa pensa. 

Estar equipado com todas as soft skills que o seu futuro pede é fortalecer essas habilidades o tempo todo, ao mesmo tempo em que você se torna ainda mais capaz de chegar ao topo caminhando, lado a lado, com a empresa que escolheu para chamar de sua. Seja você o líder, o colaborador ou o dono da empresa, o importante é ter a habilidade de enxergar o outro como aliado no aprendizado, reconhecendo como essa troca é valiosa para a evolução coletiva. E nós, da SPUTNiK, queremos ver esse crescimento bem de perto, conte com a gente!