Investir em tecnologia é um grande passo para empresas que querem levar o ensino corporativo para outro nível

 

A SPUTNiK vem batendo um papo com você sobre educação corporativa já tem tempos, e agora a gente quer falar sobre como as ferramentas e estratégias digitais podem ajudar a sua empresa e o seu time a ir bem mais longe quando o assunto é aprendizado. A empresa que investe em tecnologia no desenvolvimento de seus colaboradores está um passo à frente das demais, independente do segmento de mercado em que atua. E sabe por quê?

Vem descobrir com a gente neste post:

  • Uma empresa que acompanha gerações
  • Mudança de prioridades: ensino x aprendizagem
  • Lifelong Learning como norte
  • Ferramenta para disseminar o conhecimento
  • Um estímulo para a criatividade (e para o bolso!)
  • E agora, como deixar a tecnologia entrar de vez?

Uma empresa que acompanha gerações

Falar em tecnologia tem tudo a ver com trazer à tona a necessidade das corporações do futuro estarem preparadas para receberem profissionais de todas as idades no presente. A experiência vem na bagagem de quem está no mercado há muitos carnavais, mas quem está apenas começando tem também muito a acrescentar. 

Okay, mas porque cargas d’água isso se relaciona com tecnologia? 

Te convidamos a refletir agora: uma empresa que abre espaço para processos mais avançados, embarca em plataformas digitais e funcionais, e mais do que isso, tem aquele open-mindset para implantar a inovação nos quatro cantos do ambiente de trabalho, está pronta para lidar com profissionais da geração Millennial que nasceram inseridos nos recursos mais tecnológicos possíveis. Eles chegam com a revolução literalmente na ponta dos dedos para inspirar a inovação dentro da empresa (aliás, como já falamos neste post, todo mundo tem muito o que aprender com os Millennials, sempre sedentos por conhecimento e pela atualização contínua de habilidades). E se a sua empresa está investindo nos benefícios que a tecnologia tem a oferecer, a conexão entre colaboradores mais experientes, os jovens inovadores e a educação corporativa vai ser bem mais potente para levar todos juntos a um patamar mais elevado de aprendizagem, produtividade e desenvolvimento pessoal e corporativo (principalmente nessa nova realidade pós-pandemia, concorda?!).

 

Mudança de prioridades: ensino x aprendizagem

Quando a gente pensa nos métodos de ensino tradicionais, vemos o professor como o centro das atenções dentro da sala de aula, o quadro com a teoria e os alunos em segundo plano, completamente fora do foco porque os métodos antiquados são focados literalmente no ensino propriamente dito. A teoria, aquela que está nos livros por séculos e séculos, é colocada acima da prática, da experiência e de tudo o que o Lifelong Learning traz em sua essência.

Por falar em Lifelong Learning, essa é a pegada quando sugerimos trazer a tecnologia para dentro do processo educacional nas empresas. Mudar a prioridade é tirar o foco do ensino que-não-leva-a-nenhum-lugar-interessante para colocar a aprendizagem como core desse processo. E quem é o protagonista quando os holofotes estão voltados para as experiências, trocas, soft skills e novas tecnologias? O profissional, é claro!

 

Lifelong Learning como norte

A educação híbrida vai combinar a expertise e as vivências que as pessoas trazem com metodologias pensadas especialmente para o que essas pessoas buscam. Chega daquela lógica de “o professor sempre tem razão” para implantar o “share is care”, que nada mais é do que valorizar a importância da troca entre os indivíduos como forma de crescimento, e no meio desse compartilhamento, a tecnologia só tem a acrescentar.

“Estamos sendo cobrados a nos adaptar a essa nova ordem das coisas, na qual as máquinas querem saber mais do que as pessoas, só que não podemos nos esquecer que ser um aprendiz, assumindo que não sabemos tudo e que tem muito a ser explorado, é um benefício de que nenhum equipamento pode compartilhar, só acrescentar.”
Andréia Matos, parceira no ebook sobre LL 

Quando a educação corporativa tem no Lifelong Learning e na tecnologia sua base para criar metodologias de ensino, o processo se torna mais convidativo e motivador porque a empresa caminha em direção aos objetivos do seu time. Nessa trajetória, a organização e seus profissionais vão criando, juntos, métodos que funcionam de acordo com cada perfil, cada geração, cada necessidade. E onde entra a tecnologia nisso?

 

Ferramenta para disseminar o conhecimento

A tecnologia é, hoje – ainda mais em tempos de pandemia – o que conecta as pessoas. Através de aplicativos, sites, plataformas e afins, nós conseguimos estar perto uns dos outros em meio ao caos em que todo o mundo vive – inclusive dentro do mundo corporativo. Imagina como seria o lockdown sem todas as ferramentas tecnológicas que nos permitiram continuar trabalhando, entrar e sair de reuniões dia após dia, “visitar” clientes, fechar negócios, aprender. E nessa rotina louca, a gente viu, mais do que nunca, que não tem como viver sem o norte que o avanço tecnológico nos abre, indicando caminhos nunca antes desbravados.

O impacto da tecnologia está por todos os lados, e com a educação corporativa não seria diferente. Saber aprender continuamente se tornou mais importante do que deter algum conhecimento específico porque a tecnologia tem mais esse benefício: ajudar as pessoas a sacudirem sua zona de conforto para se tornarem especialistas em diversos campos. Em 2020, ninguém é “só” engenheiro ou designer ou professor, o indivíduo segue aprendendo para ser um “multi-profissional”, aquele que transita por várias vertentes do conhecimento, que absorve um blend de informação e que tem muito a somar em qualquer equipe em que estiver. 

Parece clichê, mas a máxima da “tecnologia ao alcance de todos” faz muito sentido na educação corporativa. Adotar o mindset digital é fazer com ele seja incorporado na cultura organizacional, com todo mundo conectado (online e offline) para usar os desafios diários como combustíveis nessa troca de conhecimento. A tecnologia pode ser, na verdade, o que vai criar uma sintonia entre equipes e áreas, e depois vai chegar até os clientes como benefício, numa dança dinâmica que evolui no ritmo de cada um que faz parte do processo porque a tecnologia passou a ser parte do time.

 

Tecnologia que não esconde resultados

Para um processo surtir efeito ele tem que ser relevante. Implantar a tecnologia na educação corporativa é ter a chance de mensurar os dados e comprovar que sim, o investimento vai valer a pena. Mais do que dar certo ou errado, os processos digitais são versáteis e, se o método que a sua empresa criou para mensurar os resultados mostrar que algo não está saindo como planejado, não tem nada de errado em voltar atrás e rever a estratégia, bater um papo com seu time e descobrir qual é a pedra que entrou no sapato no meio dessa caminhada.

É possível, através de plataformas online, analisar dados individuais e coletivos de cumprimentos de tarefas e presença nos treinamentos, por exemplo. Se for vídeo, rola de medir o número de views e em qual parte os colaboradores perderam o interesse e interromperam a transmissão. Tudo é uma questão de encontrar a maneira como a sua empresa quer mensurar e trabalhar em ferramentas que possam agilizar e aprimorar ainda mais os processos. Isso é o que a gente chama de assumir que a mudança do processo educacional dentro da empresa acontece por causa das pessoas que estão ali, vivendo essa nova experiência digital, que é totalmente aberta a adaptações e melhorias na construção do mindset. Isso coloca o foco no profissional, tendo a tecnologia como trampolim para o desenvolvimento. Nesse processo, as empresas passam a reavaliar a forma como conduzem o dia a dia de trabalho e apostam na tecnologia como um facilitador de relacionamentos mais eficientes e duradouros entre a organização e os profissionais, entre as pessoas e os métodos, entre as ferramentas e as entregas. 

 

Um estímulo para a criatividade (e para o bolso!)

Brincadeira à parte, investir em tecnologia é reduzir os custos em treinamentos e processos que, com os métodos arcaicos, seriam caros para a empresa. Implantar métodos digitais – que vão ser aliados no processo de aprendizagem – é muito mais atrativo para quem está se preparando para o futuro porque podem ser acessados basicamente de qualquer lugar. Hoje, o que chamamos de EAD (Ensino a Distância) ajuda não só a reduzir drasticamente os custos de treinamentos, como facilita a integração entre os colaboradores e favorece a produtividade. Uma aula, por exemplo, pode ser gravada e ficar disponível na plataforma de ensino interna para ser acessada sempre que necessário, ou seja, quem já faz parte da empresa participou, quem chegar depois também vai participar, e o conteúdo foi produzido só uma vez. Bom demais para ser verdade, concorda?! Mas tem mais benefícios!

Engajamento é o “pote no fim do arco-íris” do século XXI. Todas as empresas, marcas, influencers, todo mundo está na corrida pelo like, pela interação, pela troca produtiva (e lucrativa!). No ambiente de trabalho, um profissional engajado é um profissional apaixonado pelo que faz e que está super disposto a contribuir com o crescimento da empresa porque ele cresce junto com ela. E a tecnologia traz um tempero para esse relacionamento que tem tudo para ter um final feliz de verdade.

 

E agora, como deixar a tecnologia entrar de vez?

Ao invés de treinamentos cansativos e chatos (quem nunca cochilou numa palestra em que o PPT não era um PPTzão de tirar o fôlego jogue a primeira pedra!), a tecnologia abre as portas para métodos disruptivos e multidisciplinares. É sair da sala de aula quadrada para se jogar na personalização de estratégias que funcionam para quem está querendo engajar por inteiro, mergulhando nesse mar que mistura a tecnologia humana com a digital para promover encontros maravilhosos. Não é lindo isso, gente?!

Aqui na SPUTNiK, a gente acredita na interatividade, na flexibilidade e na colaboração como pilares desse engajamento que coloca os colaboradores em contato com os conteúdos, que ganham vida através da tecnologia. Pode ser na gameficação, learning labs, podcasts, webséries, chatbot, videoconferência, VR e uma infinidade de ferramentas que podem ser usadas para que essa troca humana e digital aconteça. Qual funciona melhor para o seu time? Isso é o que queremos descobrir junto com você nessa jornada de mudanças por meio da educação in company. Vem sem medo de inovar!