Se você ainda não sabe a resposta, a SPUTNiK vai te dar uma ajudinha para descobrir como esse gerenciamento do RH vai ser um grande diferencial competitivo 

 

A educação corporativa é um tópico que a gente adora abordar, ainda mais agora nesse novo cenário em que as empresas estão em busca de inovações que possam auxiliar seus times a trabalharem melhor, elevando a produtividade e, claro, a satisfação dos colaboradores. Seja no home office ou dentro do ambiente de trabalho, a educação in company vem ganhando cada vez mais força no contexto da capacitação pessoal e profissional, mas se não existe uma gestão no processo, tudo pode desandar fácil fácil.

Mesmo a aprendizagem sendo um processo contínuo ao longo da vida, é interessante que ela seja estimulada e motivada por diversos fatores na empresa, e assim como a tecnologia está transformando a forma como seus colaboradores aprendem e compartilham conhecimento, a gestão também vai facilitar o processo e pode precisar de alguns ajustes nessa nova era pós-pandemia.

Vem com a gente saber como transformar a educação corporativa em uma vantagem a seu favor no mercado! 

Leia neste post:

  • Aprendizado na prática
  • Como fica o clima organizacional?
  • Na cadência da evolução
  • Conhecimento como capital ativo
  • O que sustenta a aprendizagem?
  • A gestão que gera evolução

 

Aprendizado na prática

Você já sabe a nossa opinião sobre o ensino tradicional, certo?! Aquela história de que o professor é o centro das atenções e que a teoria é mais importante do que as experiências que cada aluno traz na bagagem ficou no passado das empresas que estão prontas para o futuro, que já começou. A educação in company é disruptiva e isso significa que vem para transformar. E um processo que vai quebrar paradigmas e derrubar o muro que separa os colaboradores para criar pontes que os conectam precisa ser lindamente gerenciado. Criar uma estratégia de desenvolvimento contínuo, baseada nos conceitos do Lifelong Learning (se você ainda não deu uma olhadinha nesse ebook inédito no Brasil, olha, não espera mais não!) envolve muita gente: lideranças, colaboradores, a equipe de RH, diretoria, todo mundo. Pensa se o processo não for organizado, não tem como gerar o valor necessário para que o time alcance altos níveis de produtividade, metas e crescimento.

A ideia aqui não é deixar a teoria de lado, de jeito nenhum, o ponto é conseguir tirar dela o que, na prática, no dia a dia da empresa, vai fazer sentido para os seus colaboradores. E quem vai conseguir descobrir como traçar esse caminho é quem está responsável por gerenciar os rumos da educação empresarial. Em muitas organizações, o RH entra para comandar o processo, combinando fatores, opiniões, necessidades e tudo o mais que vai fazer tudo acontecer de verdade. Com o aprendizado acontecendo à distância, esse gerenciamento ganha novos vieses e formatos, mas a sua importância continua a mesma. Na nova prática de cada colaborador, eles poderão fornecer feedbacks que ajudam na reconfiguração do ensino de acordo com as dificuldades que enfrentam e de benefícios que a tecnologia está acrescentando. Além disso, essa prática (agora) virtual também está mudando a forma de engajamento e interação, outros dois pontos cruciais para o RH ficar de olho quando o assunto é a gestão. E por falar nisso, o clima é um bom assunto para conversarmos a seguir.

 

Como fica o clima organizacional?

Também é função da gestão ficar de olho no que pode melhorar o clima do ambiente de trabalho, e nessa era do “tão longe mas tão perto” home office, é inevitável que alguns ruídos aconteçam em meio à correria da rotina digital, o que pode afetar o ensino. Se antes já existia um sistema de relacionamento online, no qual os profissionais podiam interagir entre si, maravilha, sua empresa tem meio caminho andado para alcançar essa harmonia de clima que a gente está falando. Se esse sistema não existe, nunca é tarde para criar um que se encaixe dentro das necessidades da sua equipe, que possa responder às demandas de todos os setores no quesito ‘aprender juntos’ (afinal, é para isso que a educação corporativa existe em sua essência, não se esqueça!).

O relacionamento interpessoal entre todos os membros – todos sem exceção! – é chave no gerenciamento do processo educacional. Por quê? Simples de explicar: as trocas que aconteciam presencialmente não podem perder aquela faísca que fazia com que o pessoal todo ficasse motivado a seguir aprendendo uns com os outros. Então, na logística online, o RH (ou qualquer outro setor que estiver encarregado de coordenar o processo) vai conseguir, através do gerenciamento da plataforma criada/escolhida para os colaboradores se comunicarem, que a interação continue sendo produtiva. E, mais do que isso, possa contribuir para que os deadlines sejam gerenciados com mais eficiência.

Okay, a ferramenta de interação e engajamento está tinindo, mas e como está sendo o desenvolvimento dos colaboradores nessa dança de aprendizado digital?

 

Na cadência da evolução

A educação corporativa tem como um de seus principais pilares a capacitação dos profissionais dentro da empresa, despertando neles talentos que nem eles mesmos sabiam que tinham (a gente fica empolgado só de falar, imagina fazer parte de uma Universidade Corporativa, é bom demais!). Então pode ser até clichê falar que a gestão do processo educacional precisa acompanhar de perto se os colaboradores continuam conseguindo alcançar os resultados esperados com eles estando estudando de casa. Aquela chama do intraempreendedorismo, por exemplo, não pode se apagar, mas se os talentos começam a ficar insatisfeitos ou meio abandonados nessa nova realidade do aprendizado, algo precisa ser reavaliado. Isso vale para lideranças, gestores, equipes: quanto mais o conteúdo de ensino for personalizado e adaptável, mais as pessoas vão querer ser parte dele. Quando os colaboradores reconhecem que a empresa está investindo em seu desenvolvimento, eles se abrem para criar soluções criativas assumindo a autonomia que merecem. 

A gente sabe que essa pandemia despertou em muitos de nós a vontade de adquirir habilidades, as famosas soft skills ou alguma nova especialização, e a educação corporativa é o que pode ter acordado essa vontade que estava adormecida. Isso significa que, presencial ou virtualmente, o incentivo não pode diminuir (nem muito menos perder a força) para que os colaboradores queiram aflorar essas novas habilidades que, há pouco tempo atrás, eram chamadas de skills do futuro, mas agora já fazem parte da nossa estratégia de aprendizado presente. O papel da gestão nisso? Estar em contato com os colaboradores, pedir feedbacks, encontrar novas formas/cursos/atividades/exercícios/whatever para trazer todos para perto (de si mesmos e dos outros). É a hora de descobrir novas metodologias (ou aprimorar as existentes), trazer novos mentores, aflorar a criatividade de inúmeras maneiras, é hora de inovar porque a educação não pode parar.

Conhecimento como capital ativo

A gestão do conhecimento passou a ser não só uma vantagem competitiva para empresas que investem em educação corporativa, mas um dos ativos mais valiosos dentro da corporação. Não é novidade para ninguém que a informação é transformadora, e por quê seria diferente no ambiente in company? A partir da base da gestão do conhecimento, que é a capacidade de armazenamento e gerenciamento de todos os dados que movimentam o dia a dia de uma empresa, a gestão da educação corporativa se torna mais fácil e efetiva. Juntar as informações importantes para a empresa com o conteúdo que faz parte do processo educativo agrega um valor imensurável – para a corporação e para cada integrante. E não tem limites para o que é essa informação: podem ser dados financeiros, a base teórica da missão, valores e objetivos, os aprendizados operacionais e até as vivências compartilhadas pelas equipes. Tudo tem valor intelectual e se transforma em capital ativo.

A tarefa de conciliar o melhor da gestão do conhecimento empresarial com a educação corporativa é conseguir criar os sistemas que vão conectar e distribuir a informação para todos, fazendo com que, mais do que tornar acessível, esses dados possam ser aprimorados ao longo do tempo e o capital intelectual possa fluir para os quatro cantos da empresa (e dos home offices, claro!). Quando a empresa disponibiliza conhecimento, os resultados são otimizados e a produtividade cresce porque as pessoas estão conectadas com o lugar aonde a corporação quer chegar. Com as ferramentas digitais, esse conhecimento vai chegar até cada profissional, que vai ‘modelar’ a informação tornando-a ainda mais a cara da empresa, fazendo com que o conhecimento se multiplique de forma constante e enriquecedora. E mais uma vez, a tecnologia é uma aliada para aliar a gestão do conhecimento com a educação in company sendo um estímulo para a aprendizagem.

 

O que sustenta a aprendizagem?

O conhecimento não acontece de forma linear, por isso a gente sempre diz que o processo é dinâmico e um mix de metodologias que mudam o tempo todo de acordo com o ritmo da sua equipe. E a gestão do RH vai seguir na mesma velocidade para que a educação corporativa funcione de verdade. No alicerce do processo, é preciso considerar a estrutura da empresa sob um ponto de vista global, o ambiente e as relações que acontecem ali diariamente (seja virtual ou presencialmente) e as ações gerenciais que são as práticas que, mesmo esse sendo um caminho bem maleável, é sempre bom ter controle do que está rolando.

A gestão deve estar atenta ao fato de que uma estratégia depende da outra, tudo está interligado, e como num software, se algo não está bem conectado, o funcionamento de alguma parte vai ficar prejudicado. Cada colaborador é uma dessas partes, e apostar no aprendizado a nível individual é acompanhar de perto o crescimento de cada um, que vai refletir no todo. Diálogo é, então, outro ponto que sustenta e facilita o aprendizado, assim como a prática gerencial, que cuida de aspectos mais formais que fazem a engrenagem do processo rodar. A gestão vai, dia após dia, atividade após atividade, tornar o ambiente cada vez mais propício à geração, comunicação e aplicação do conhecimento na rotina de trabalho. Os responsáveis pela gestão são também base para o processo educacional porque estão criando, discutindo e avaliando as estratégias com quem está tornando o conhecimento real e coletivo. O resultado disso? O desenvolvimento das capacidades humanas vai maximizar a capacidade de atuação das empresas, num ciclo produtivo e benéfico para todo mundo.

 

A gestão que gera evolução

Vamos confessar: a rima é proposital porque não tem como separar os benefícios que a gestão da educação corporativa oferece da evolução que vai acontecer dentro da empresa, emanando os bons fluidos para os clientes, para o mercado e, não tem como não mencionar, para os concorrentes. Um processo de aprendizado que é bem elaborado é aquele que motiva os colaboradores a pensarem criticamente, a se envolverem porque acreditam na mudança que estão construindo e a se dedicarem cada vez mais porque enxergam, tanto na vida pessoal quanto na carreira, a evolução que o ensino proporciona. Vários caminhos levam à essa evolução anunciada, e tudo começa na gestão. A criatividade das metodologias escolhidas, que mesclam habilidades, experiências individuais, fugindo sempre daquela caixa que era a sala de aula tradicional, são como um ponto de partida no gerenciamento da educação in company. O ser disruptivo, aqui, significa tirar todo mundo da zona de conforto porque implantar o novo vai conduzir à melhoria das técnicas de aprendizado, da liderança e da cultura corporativa.

Falamos de clima organizacional agora há pouco, e o cenário favorável que a gestão cria no ambiente do aprendizado também é ingrediente essencial na receita de evolução do processo. O que tem tudo a ver com a mudança de mindset na empresa para sair do lugar comum e se jogar em terrenos férteis e nunca antes semeados. A evolução aparece também no core da união (rimou de novo rsrs), que nada mais é do que manter o time seguindo na mesma direção, sem ninguém se perder pelo trajeto, nem perder de vista os propósitos ou desvencilhar dos objetivos. A gestão, nesse ponto, é o que vai estreitar os laços, fazer as equipes pararem no meio do dia para uma rodada de games sobre novas estratégias de negócios, é quem vai convidar para virar o desenvolvimento de cada um do avesso para que eles se descubram melhores do que imaginavam ser.

“Quando a empresa leva para o seu ecossistema novas possibilidades de pensar o aperfeiçoamento profissional por meio da educação, já produz inovação automaticamente.”
Mari Achutti – Founder e CEO da SPUTNiK

Gerir a educação corporativa é, acima de tudo, engajar. Porque o aprendizado não acontece se os colaboradores não toparem caminhar juntos. A SPUTNiK quer fazer parte dessa trajetória de crescimento, confiança e evolução porque sabe o tanto que isso tudo é transformador. Vem construir com a gente o processo de educação in company que a sua empresa precisa, vai ser uma troca e tanto!